Alumiar,
Invadir sem permissão a minha cabeça, e rodear os meus sentidos.
Aflorando em mim o que já não havia espaço.
Fazendo de mim leve, e sorrindo, o que outrora era impossível descobrir.
Claros olhos, frias mãos, saltitante motivador: coração.
Pra que te tenho em mim nas partes mais lúcidas, a fim.
Constante obrigação entre o que se pede à alma. Entre o que inventa o corpo, e a mente exprime o que já não há matéria.
Ouve-se a voz, fortifica a dor e a solidão. Contente, estável e manipulador.
Coração, fiel e inseguro.